Sempre estranhei que eu não tinha nenhuma memória desde bebê até os 12 anos, mais ou menos. Não me lembro de absolutamente nada. Parece que a memória foi ‘apagada’. É como se não tivesse vivido essa fase. É como se tivesse nascido aos 12 anos...
Isto me intrigou por toda a vida. O que aconteceu para que eu não tivesse memórias? Intuitivamente, eu sabia que coisas graves tinham acontecido para causar esse ‘apagão’. Nenhum tipo de terapia, em anos de tentativa, me fez lembrar de algo.
A minha vontade era descobrir o que aconteceu na minha vida e, assim, entender o porquê eu tenho tanta dor física, intensa e constante. Ou o porquê de não gostar do contato físico com as pessoas. Ou o porquê sentir desamor, ‘abandono’... Ou ainda entender o porquê não convivi com os familiares paternos e maternos... Eram muitas questões que precisavam de respostas.
E o pior é que meus pais também não me contavam nada que me fizesse entender o que aconteceu. Calavam-se. Falavam sobre alguns eventos. Eu via as poucas fotos existentes (na época não se tirava muitas fotos), mas fotos não contam o que acontecia por trás. Faltavam muitos anos da minha vida... Um grande vácuo que nunca foi preenchido.
Após a morte do meu pai e, mais tarde da minha mãe, comecei a ter contato com alguns familiares e fui ouvindo as histórias, as quais foram me trazendo informações isoladas. Com o passar do tempo, fui fazendo ligações entre essas histórias, interpretando fatos, literalmente montando um quebra-cabeças. Fui também em busca da árvore genealógica da família. E a energia que estava estagnada, começou a ser movimentada, facilitando a revelação de ‘segredos’ que minha mente esqueceu.
Como a genética me trouxe aqui...
Sou descendente de famílias de origem alemã, que tem características bem marcantes porque são seguidas ‘à risca’, como por exemplo, pontualidade, eficiência, organização, respeito às regras, disciplina, forma franca e direta de conversar com as pessoas. Não é porque são frios ou agressivos, mas só são a princípio mais contidos, o que vai melhorando com o tempo de convívio. Este é um estereótipo atribuído aos alemães, assim como a rigidez, justamente porque gostam das coisas muito corretas, organizadas e com disciplina. Inclusive, eu mesma tenho bastante de todas essas características, as quais eu consegui entender e equilibrar no decorrer da vida.
Entretanto, percebi na minha educação o quanto essas características moldaram fortemente meu pai, que era muito autoritário, exigente, perfeccionista, crítico, o que impactou muito a minha vida. Isso criava uma impressão de frieza e rigidez, pois não havia demonstração de carinho, amor, contato físico, ou seja, não existia isso no relacionamento familiar. Ele apenas pensava que suprindo a parte material, estaria fazendo o seu melhor.
No relacionamento com meu pai, tenho um exemplo que me impressiona até hoje: fui lhe dar um abraço, porque não o via a um bom tempo, e ele estranhou e questionou o porquê do abraço, já que não era um dia especial para isso.
Como tudo isso me afetou na fase adulta?
Com dores, internas e externas!
A falta de amorosidade, de compreensão, de empatia, de acolhimento, fez eu aprender a me virar por conta própria, ser muito independente, controladora (por medo), e não me sentir à vontade com o contato físico das pessoas.
Minha mãe me contou certa vez que eu apanhava muito quando criança. Mais tarde, descobri que a violência que sofri e como fui ‘educada’, sem poder me expressar como criança e sem ter ninguém para me acolher, deixaram emoções aprisionadas, doloridas demais, as quais se manifestam até hoje no meu corpo físico.
Sabemos que a educação dos filhos, desde tempos remotos, tem ocorrências constantes de agressividade e isso fez com que criassem leis como a Lei Menino Bernardo/Lei da Palmada (13.010/2014) para garantir o direito das crianças e adolescentes de serem educados sem uso de castigos físicos ou tratamentos cruéis/degradantes e a Lei Henry Borel (14.344/2022).
Será que foi por isso que eu não tinha memórias?
Hoje tenho que considerar também a tendência dos meus pais, que tiveram suas experiências difíceis nas suas famílias e não souberam lidar com suas questões, que os levaram a erros mais marcantes e traumatizantes para todos – eu inclusive! Sempre tentei entender e até justificar seus comportamentos, mas já entendi que nada justifica nossas ações, porque podemos ser melhores e fazermos de forma diferente. Digo isso porque eu consegui fazer tudo melhor e diferente.
Quando tive meu filho, por exemplo, senti um amor transbordante dentro de mim. Algo que nunca havia sentido. Era o ‘amor incondicional’. Ele existia de fato! E este amor me mostrou a Luz que existe dentro de mim, me inspirou e me fez educar meu filho com muito amor, atenção, carinho, sempre tentando mostrar um caminho ético, responsável, consciente, mas respeitando sua individualidade. Não fui perfeita, mas procurei fazer o meu melhor.
Também foquei em estudos e práticas energéticas, espirituais, yoga, psicoterapias, fisioterapia, osteopatia, ozonioterapia, acupuntura, dentre outras alternativas, ao longo de toda minha vida, para que eu pudesse entender o que acontecia comigo: a falta de memória, as dores constantes... Diferente de tudo o que norteou a minha família: drogas químicas, câncer, transtorno de personalidade, além de muita vitimização e negativismo.
A dor me trouxe até aqui e me abriu as portas para ressignificar a minha vida, onde tudo o que vivi e aprendi fez sentido, e me direcionou para o meu propósito. Antes eu participava de vários trabalhos voluntários, mas não pensava em mim mesma, chegando a me ‘maltratar’ (estava ‘fugindo’ de olhar para mim mesma). Agora meu trabalho é compartilhar todo meu conhecimento e experiências para continuar ajudando pessoas, a partir da minha essência.
Sinto que ‘rompi um ciclo’...
Cada escolha da vida tem seus efeitos!
Meu avô paterno era ateu, inclusive meu pai. Minha mãe era ‘ausente’ em questões que dizem respeito a religião ou Deus, então sempre a declarei ateia. Eu nunca tive orientação sobre nada que se referisse a Deus ou religião ou espiritualidade.
Meu avô (acho que foi o precursor do ateísmo na família) era uma pessoa que estudou muito, era muito inteligente, e acredito que na sua avaliação idealista de sociedade e família, não achava que Deus existisse e tivesse alguma influência. Acredito que existe aí uma visão materialista e cultural da época, onde alguns entendiam que as coisas materiais supriam as necessidades das pessoas.
Mas sei que o ateísmo ou a religião não define o caráter das pessoas.... Fazer o que é correto, respeitar as pessoas, ter ética, responsabilidade, honestidade, discernimento, são coisas que não dependem de religião para serem feitas, estão imanentes em cada ser. Mas cada pessoa faz as suas escolhas, as quais vão direcionar sua trajetória. E é isso que marcou minha família.
As escolhas de cada um marcaram a trajetória individual e familiar, levando a caminhos difíceis, tortuosos eu diria, onde não havia amor, união e harmonia.
Vida seguindo...
E assim, minha vida se desenrolou. Repleta de desencontros, desamor, dores, luta para me entender e me encontrar, mas nada disso me deteve e me fez desistir de fazer tudo diferente, como eu sentia no meu coração que deveria ser. Sentia essa energia me impulsionando.
Com mais ou menos uns 13 anos, sem compartilhar nada com a família, busquei sozinha um caminho espiritualista. Isto aconteceu de forma intuitiva e natural, era uma coisa forte que ressoava dentro de mim e que direcionava minha vida sem que eu tivesse consciência disso. Eu simplesmente ‘sabia’ algo que eu nem podia por em palavras, porque era imanente, estava dentro de mim...
Ao mesmo tempo, a partir dessa idade, um processo degenerativo, de origem genética, começou a se manifestar no meu corpo, a princípio trazendo dores na coluna, as quais meus pais não se preocuparam. Depois foram se manifestando em outros pontos do corpo. E continuam até hoje.
A minha vida foi seguindo com estudos, trabalho, nova família (também complicada), e não me aprofundei na parte religiosa ou espiritual, porque acredito não era o momento ainda. Lia livros que me inspiravam, fiz os níveis do Reiki, buscava respostas, mas tudo tem a hora certa.
A partir dos 42 anos comecei a fazer cirurgias, pensando que iria resolver os problemas degenerativos. No fim, fiz 8 cirurgias em 9 anos, algumas extremamente invasivas, como por exemplo, as 3 cirurgias na coluna lombar, para artrodese, onde foram enxertados ossos no lugar dos discos, parafusos, hastes e suportes de titânio, e mais uma no tórax para retirada de um cisto no pericárdio. Todas elas levaram a muito tempo de recuperação, e.... muito sofrimento, além de sequelas e mais dor.
Enfim, depois disso tudo, é que praticamente fui ‘empurrada’ para a espiritualidade. Foi na dor, uma vez que eu fiquei muito mal e a recuperação não evoluía, só aconteciam mais problemas e estava sentindo minha vida se esvair. Assim, fiz cirurgias espirituais, que me ajudaram muito e me levaram a estudar sobre espiritualidade e me dedicar ao trabalho voluntário. Daí para a frente não parei mais...
Ao longo de 23 anos, adquiri muito conhecimento e alguma sabedoria, os quais hoje me dão discernimento, estrutura, força, para conduzir minha vida com maturidade e relativa tranquilidade, mas ainda com muita coisa para aprender e praticar.
Eu poderia ter seguido diversos caminhos, alguns nada evolutivos, mas escolhi olhar para mim mesma e compreender o que eu trago na ‘bagagem’ da minha vida, o que me faz ter tanta dor física, como posso melhorar isso e o que posso fazer para realizar o meu propósito.
Finalmente, aos 65 anos (não me sinto com esta idade…), consegui fazer regressões e descobri muitas coisas impactantes e doloridas da minha infância (sem memórias), assim como ligações cármicas com algumas pessoas diretamente envolvidas na minha história. Acredito que são ocorrências verídicas, porque têm ligações e explicações nas histórias da família e algumas eu tinha uma ‘vaga’ lembrança ou ‘sugestão’.
Hoje vejo o quão difícil foi viver esse período da minha vida. Entendi que minhas memórias foram ‘apagadas’ por um mecanismo de defesa inconsciente. E as ocorrências só vão sendo ‘desvendadas’ quando estamos mais conscientes para assimilá-las, caso contrário, podemos complicar ainda mais nossa situação.
Ensinamentos e conclusões
Entendi que tem três pontos fundamentais que devemos ter consciência e seguir adiante com nossa vida.
O primeiro ponto:
Somos os responsáveis pelos problemas que temos hoje nas nossas vidas.
Entendi que todas as emoções que aprisionamos no nosso subconsciente, se não forem liberadas de alguma forma, vão se manifestar no nosso corpo físico.
É claro que desconhecemos ao certo como tudo isso acontece e o que temos guardado dentro da gente. Quando crianças não temos discernimento e maturidade para trabalhar as emoções. Somente na idade adulta é que entendemos (ou não), o que trazemos dentro de nós mesmos.
Digo hoje que, entender as energias das emoções que aprisionamos (raiva, mágoa, medo, angústia, tristeza, etc.) é meio caminho para liberá-las. A outra parte do caminho é estudar para conhecer que tudo o que existe são vibrações energéticas, dentro e fora de nós mesmos.
Temos o costume de colocar a ‘culpa’ em tudo o que vem de fora, quando o problema somos nós mesmos, porque somos nos que geramos essa energia no nosso interior. As pessoas fazem o que fazem, mas somos nós que criamos a emoção dentro de nós.
A princípio, talvez seja difícil de entender, mas o que fica em nós é essa energia da emoção que tivemos, boa ou ruim. A pessoa te ofende, por exemplo, isso é um fato. Como recebemos isso, é o que pode ficar ali guardado – mágoa, raiva, tristeza, medo... Depende, portanto, de como reagimos ao que aconteceu. Se não entrarmos em sintonia com a energia do outro, essa energia não vai nos afetar.
Explicando o meu caso: criei durante a infância energias de raiva, medo, mágoa, tristeza, revolta, que ficaram gravadas no meu subconsciente. Não liberei porque nem tinha consciência delas. Inclusive as bloqueei pela gravidade e sofrimento. Quando adulta, o corpo começou a ‘gritar’, manifestando toda dor que estava lá dentro. Agora que tenho consciência disso, preciso ‘limpar’ essas energias. Assim, ficarei cada vez melhor física, mental, emocional e espiritualmente. Mas somente eu mesma posso transmutar isso, ninguém pode fazê-lo por mim.
Também fiz muitas terapias (integrativas, comportamentais, emocionais), em várias fases da minha vida (e continuo fazendo), despertando e expandindo minha consciência. Sem a ajuda de profissionais sérios e comprometidos com a sua transformação, é muito difícil evoluirmos com discernimento e confiança.
Estou aprendendo a movimentar as energias internas, o que requer estudo e prática. Energia não se vê, mas se sente, e é preciso conhecer como funciona nosso corpo e saber como a energia se manifesta. Esse movimento é um processo, dia após dia, mês após mês, ano após ano... temos muitas ‘camadas’ para ‘limpar’ e transmutar.
A vida me direcionou para o uso de técnicas bioenergéticas curativas através do Tao, que usa os princípios do Taoísmo, proporcionando a absorção, circulação e harmonização da energia vital (Chi ou Qi) dentro do nosso corpo. Para esse estudo e prática contei com a ajuda de uma pessoa que conhece muito bem o assunto para me orientar. Vide @taodasbioenergias no Instagram.
(pesquisa Google)
“Na filosofia chinesa (principalmente no Taoísmo), Tao significa literalmente “o Caminho” ou “o princípio”. É o conceito do fluxo natural, a ordem do universo e a força invisível que rege a harmonia de todas as coisas. Representa o equilíbrio entre energias opostas, mas complementares, como o Yin e o Yang.”
“O Tao e o Chi: O Tao é o fluxo do universo, enquanto o Chi é a energia essencial que nos mantém vivos e em movimento. A cura ocorre quando essa energia flui livremente pelos meridianos do corpo, sem bloqueios. O objetivo é restaurar o equilíbrio natural, prevenir doenças e promover o rejuvenescimento físico, mental e espiritual.”
Essas práticas existem há milhares de anos e ensinam movimentar as energias do nosso corpo, tirando aquilo que é ‘negativo’ e ativando meridianos e pontos de acupuntura, sem o uso de agulhas, como por exemplo os ‘sons de cura’ e as ‘mãos maravilhosas’. Os resultados são muito sensíveis, mas é preciso um trabalho diário para conseguir limpar emoções tão antigas e enraizadas. E para isso é imprescindível uma mudança dos nossos pensamentos, sentimentos e ações, caso contrário, a situação não vai mudar.
A disciplina é um ponto essencial para que haja mudança em tudo da nossa vida. Tem que haver compromisso diário com o estudo e as práticas. E se não tiver ‘intenção verdadeira’ em querer mudar, de nada adianta.
O segundo ponto:
Entendi que a culpa não é do outro e eu não sou a vítima.
Duro isso, mas é a verdade!
Somos apenas seres em evolução.
Isso envolve não só o que vivenciamos nesta vida e o que fazemos com isso, mas também o que trouxemos de outras vidas, que nos conectou com as pessoas envolvidas. Muitas vezes temos aprendizados, ou seja, pontos que precisam ser entendidos, perdoados, para assim nos libertarmos dos laços que ficaram presos.
Para isso precisamos de ajuda, porque muitas vezes são ligações cármicas difíceis de desvencilhar. E são poucas as pessoas sérias, com discernimento, lucidez, conhecimento, e principalmente ética, na área da espiritualidade, que podem nos ajudar.
Aprendi muito com minha terapeuta, Dra. Débora Setim (aurabene.com.br), mais que especial, onde fiz práticas bioenergéticas, e tive um conhecimento profundo sobre mim mesma e sobre meus corpos (físico, emocional, mental, psíquico e espiritual). Um trabalho responsável e ético, apoiado na espiritualidade genuína e verdadeira.
Quando temos conhecimento e percebemos porque fazemos o que fazemos, o que está por trás de tudo, conseguimos nos observar com atenção e mudar de comportamento. A grande maioria das pessoas não se conhece e, por isso, nem sabe o que mudar.
Mesmos pensamentos, emoções, sentimentos, ações resulta nos mesmos resultados, estagnação, sofrimento e doenças (as mais diversas).
Pensamentos, emoções, sentimentos, ações com frequência vibratória elevada (positivos e fortalecedores) levam a resultados que equilibram os corpos físico, emocional, mental, psíquico e espiritual, trazendo saúde, vitalidade, transformação, com ‘boa’ vibração energética.
Para que isso possa acontecer é preciso o constante: “orai e vigiai”. A mudança acontece aos poucos, mas constante. Esse é um processo contínuo. Não temos ‘varinha mágica’ para mudar de uma hora para a outra.
Oscilações nos pensamentos, emoções descontroladas, sentimentos ruins, ações equivocadas, novos aprendizados, novos testes da vida, provações, doenças, relacionamentos conturbados... tudo isso faz parte da nossa vida e, com certeza, teremos que enfrentar uma vez ou outra. Mas se conseguirmos nos equilibrar interiormente, teremos menos enfrentamentos e mais lucidez e leveza.
O terceiro ponto:
“Amar ao próximo como a si mesmo” é a chave para nos elevarmos e superarmos tudo na nossa vida. Por isso, este ensinamento é o maior e o mais importante.
O Amor contém perdão, compaixão, compreensão, empatia, benevolência, aceitação... O Amor traz paz, equilíbrio, harmonia.
“Ainda que eu fale as línguas dos homens e dos anjos, se não tiver amor, serei como o sino que ressoa ou como o prato que retine.” (1 Coríntios 13:1-3)
Tudo é regido pelo Amor. Sem Amor não há mudanças na nossa vida.
Sabe por que?
Porque somos todos imperfeitos.
Hoje você perdoa, amanhã você será perdoado.
Hoje você ajuda, amanhã você será ajudado.
Não importa de onde venha.
É uma corrente.
Vivemos interligados, interconectados, e precisamos uns dos outros.
Esse Amor, com A maiúsculo, significa que é o Amor Divino. Não importa ter ou não ter religião, se estivermos conectados esse Amor, escolheremos sempre o melhor caminho. É só ouvir seu coração...
Pergunte-se sempre:
Os meus pensamentos, sentimentos e ações estão vindo do meu coração? Ou do ego?
A minha consciência está tranquila e em paz com a minha escolha?
Qual é o motivo real que me levou a fazer cada uma das minhas escolhas? Tem algo que eu possa fazer para melhorar?
O que estou fazendo, falando, sentindo, afeta negativamente uma outra pessoa?
Eu gostaria que fizessem o mesmo comigo?
O que eu falo é o que eu faço?
Enfim, não temos alternativa. Precisamos evoluir a nossa moral, ética, respeito e consciência, assim como precisamos aprender como trabalhar com nossa energia. Caso contrário, ficaremos à mercê das energias interiores e exteriores, as quais não entendemos, mas atraímos.
Reflexão de anos de experiências, estudos e dores:
Trazemos tudo dentro de nós. Cada emoção boa que transborda, assim como cada emoção ruim, que dói e aprisionamos, reverberarão na nossa vida, ou seja, terão repercussão dentro e fora de nós. E isso vale não só para a vida atual, mas também, mas as vidas futuras.
As marcas da nossa trajetória ficam gravadas em nosso subconsciente, mas elas podem ser transformadas e são transformadoras. Só é preciso a ‘intenção sincera’ e os recursos adequados para atingir a cura.
Podemos romper com esse ‘padrão’ de violência e dor, permitindo que o Amor e a consciência se sobreponham a isso, possibilitando mudanças internas e externas para todos os envolvidos. Lembremos que estamos todos interligados.
Assim, não adianta ‘fugir’ e não fazer o que tem que ser feito. Se não for nesta vida, ficará para próxima. Fazer o ‘seu melhor’ com constância e consciência, é a única coisa a ser feita.
Gratidão a todos que me acolhem, no mundo material e no espiritual!






