Julgar a outrem é muito fácil...
· Quem julga não tem nenhuma responsabilidade direta na ação do outro, não se importando com possíveis consequências;
· As situações alheias são vistas de forma superficial e até preconceituosa;
· Muitas vezes, julga-se por pura maldade, inveja;
· Outras vezes baseadas em crenças culturais ou religiosas, as quais só dizem respeito a si mesmo, não cabendo o desrespeito ao outro;
· Outras pessoas, por simples discordância ou falta de conhecimento, passam a difamar, caluniar, ridicularizar o outro.
A ação de julgar é uma ‘normalidade’ na vida das pessoas. Todos julgam qualquer coisa, o tempo todo. E isso não é algo novo, porque a trajetória do ser humano sempre trará diferenças, discordâncias, testes, e isso “provocará’ este tipo de ação.
Mas o que nos leva a julgar alguém?
O que percebo é que o ‘foco’ está no outro e não em nós mesmos. Estamos sempre olhando para o exterior, para fora de nós, esquecendo-nos de que todas as questões que julgamos, na sua essência, encontram-se dentro de nós também. Os outros são apenas nosso ‘reflexo’. Mas admitir isso é difícil.
Com esta atitude, ocupamos nosso tempo ‘fugindo’ de nós mesmos para prestar atenção nos outros. Não conseguimos entender o quanto somos parecidos a todo e qualquer ser humano.
O caminho mais assertivo seria dedicarmos um tempo para cuidarmos de nós mesmos. Precisamos refletir com consciência, honestidade e transparência, para cuidar dos nossos próprios problemas e percebermos nossos erros e defeitos, assim como nossas características mais escondidas por trás das ‘máscaras sociais’ que usamos. Isso requer apenas ‘humildade’ e sinceridade interior.
O processo de melhoria é lento, mas é possível, desde que sejamos honestos e tenhamos consciência dos nossos pontos falhos. Enxergar nossas vulnerabilidades e imperfeições é o primeiro passo para a transformação.
Lembremos o que está no ensinamento bíblico, exemplificado pelo Mestre Jesus: “Não julgueis, para que não sejais julgados.” Jesus explicava que o julgamento alheio traz o mesmo retorno e que, antes de criticar alguém, a pessoa deve corrigir a si mesmo.
Você julga - você é julgado. É a mesma medida. E o julgamento pode vir de qualquer outra pessoa ou até pelas redes sociais (hoje tão utilizadas para isso) e, a qualquer momento. Isso é a energia que vai e volta.
Se nos conscientizarmos disso e modificarmos nosso comportamento e pensamentos, evitando fazer julgamentos, e focando mais em nós mesmos, não mais estaremos tão ‘sintonizados’ com esse hábito e energia de baixa vibração, fazendo com que essa energia não nos afete e traga suas consequências.
Casos que exigem um julgamento de fato, neste plano material, devem ser conduzidos pela ‘lei dos homens’, nos locais indicados para isso, mas nunca por outros meios. Além de que, tudo é regido pelas leis de Deus, as quais se cumprem para todos os envolvidos, não cabendo discussões e nem recursos.
Somente quando você sofre o julgamento, é que você vai entender e sentir o peso que isso tem e como isso afeta os seus corpos físico, mental, emocional e psíquico, porque muitas vezes carregamos isso no nosso ‘inconsciente’ e desarmonizamos nossa energia e nossa vida.
O respeito ao outro é essencial e... todo mundo quer ser respeitado!!!

